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Menina Dramática

Saber desistir. Abandonar ou não abandonar — esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se há algum sentido em prosseguir jogando. Serei capaz de abandonar nobremente? Ou sou daqueles que prosseguem teimosamente esperando que aconteça alguma coisa?


(Source: titanios, via hastrust)


8/03/2013 às 11:36pm · 11,459 notes


(Source: lesbiaci, via vida-de-lesbica)


8/03/2013 às 12:40pm · 1,569 notes


(Source: n-i-g-h-t-s, via r-e-c-e-s-s)


5/03/2013 às 2:48pm · 1,296 notes


(Source: recordas, via relicariann)


5/02/2013 às 10:47pm · 72,216 notes


(Source: ebolir, via sex-s)


5/02/2013 às 10:47pm · 27,020 notes



5/02/2013 às 8:15pm · 4,800 notes

"Eu a clamei. Implorei, roguei, supliquei para que ela viesse. Vaguei durante noites profusas pelas ruas obscuras do desconhecimento e do ermo. Divaguei, delirei, e com a vista lacerada, idealizei ocasiões em que ela me poderia ser benévola. Conclui, então, que em toda a universalidade, ela seria clemente. O composto de tudo o que a tornaria exímia, ainda era ela. Quando, enfim, ela me veio, surgiu me desprendendo do chão e desencadeando os pensamentos trancafiados à oito chaves no meu intelecto, recôndito há bastante tempo. Não obstante, acontece que, quando ela vem, não mais se vai. E ela cansa, eu me enfastiei. Não se pode - e não se deve - gritar, berrar ou conclamar para que ela se vá, ora pois fui eu quem a invocou. Mas ela aparece com a forma da libertação e pouco tempo depois se torna a prisão. Me sinto um dependente sem cura. De mãos atadas, pés acorrentados e pensamentos molestados. Me sinto usado por ela. Acaso ela fosse a cura para a minha solidão, até se tornar a própria. Solidão acompanhada. Somos ela e eu. A poesia e eu. Um só."

A poesia. Maria Mariana. (via sou-inseguro)

(via sou-inseguro)


5/02/2013 às 8:15pm · 706 notes

"Eu sou feliz, cara. Eu sou feliz demais. Mas eu sou infeliz demais, quando penso em você. Quando penso no que poderia ser, no que poderia ter sido. Eu sei que não dá. Eu nem quero que dê. Não quero mais. Mas não sei o que fazer com esse nó. Vai passar né? Eu sei. Com o tempo eu não vou mais olhar sua foto, nem sofrer, nem pensar o quanto é infeliz tudo o que aconteceu. Tomara que passe logo."

Tati Bernardi  (via 10reais)

(Source: 10reais, via maktub-seoriente)


4/02/2013 às 10:33pm · 9,509 notes

"Lembra da nossa primeira conversa? Ou das nossas primeiras risadas? Ou até mesmo quando eu cheguei ao ponto de ser tão idiota só pra arrancar aquele seu sorriso bobo? Eram bons tempos, tempos que a gente não se preocupava com o futuro, vivia o presente, poderia até chegar a fazer planos, mas sem encarar a ralidade. Vivíamos em um conto de fadas, mas na vida real é diferente. Vai muito além do desejo, do carinho, afeto e de todo esse amor. Talvez fazíamos de tudo pra fechar os olhos e não aceitar a realidade, simplesmente fingir e acreditar que iria da certo, que tudo iria fluir do nosso jeito. Mas o amor é assim mesmo, ele tapa teus olhos do que é certo e errado, para você apenas enxergar o que te faz bem, aquilo que te conforta quando tudo ao seu redor é desagradável. Mas o que eu posso fazer se a vida quis assim? Ou será que esse seu labirinto cheio de caminho e obstáculos foram impostos para serem batidos ou simplesmente porque ali não é o meu lugar? Que talvez essa não seja estrada da minha vida? Essa pode ser pergunta que todos fazem a si mesmo, mas a vida não é simplesmente uma pessoa que possa te responder, você não pode esperar e muito menos cobrar uma resposta. Mas como em um jogo, tem suas regras e exerções. À vida também tem uma exerção. Ou você fica ai parado, monoto, esperando uma resposta que nunca vai até você ou você toma uma atitude e encara tudo isso, encara a vida de frente e descobre o que realmente te espera."

Desconhecido  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(via maktub-seoriente)


4/02/2013 às 10:26pm · 348 notes



4/02/2013 às 10:26pm · 30,862 notes